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sábado, 19 de março de 2011

Blululululululululu!

O Orangomongo... Uma maravilha da natureza! Uma ode à bestialidade essencial da vida! A temível mordida da Consciência!

O dia-a-dia é uma panela sobre o fogo na caixa do Orangomongo. Nosso cotidiano é o caldo fervilhante dentro dessa panela. Bolhas rebentam na superfície do caldo... Enquanto o fogo estiver acesso, nada nem ninguém pode deter o rebentar das bolhas, que, para o agrado dos devorados, são A matéria-prima da criatividade mesma. Você vai procurar a borracha perdida pela casa e subitamente uma melodia esperneante flui do piano. Os amigos bailam na sala de visitas. Cabelos, ora compridos, ora curtos. “NUNCA mais jogar WAR”: promessas vãs. Jogará novamente! No coração das terras Goyanas – no meio do Condado – um batalhão de Orangomongos ergue-se imponente e desafia o tédio, o nojo e o ódio. O olhar do Orangomongo não é benevolente sobre aqueles que disseminam o esfriar da panela. 


A caixa do Orangomongo não enclausura!

A caixa do Orangomongo é um portal esquecido sob a escada... há mangos nela para alimentar muitos Blambous! Venham! Se acerquem desta caixa.

Fortifiquem-se com o caldo fervilhante. 

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